GeoInvent

Sistema de Apoio à Análise de Informação com Componente Espacial

 

O que é o GeoInvent

A quem se destina

As funcionalidades

Os requisitos

 

Pode descarregar:

  - a presente descrição em formato pdf (681 KB)

  - demonstrações animadas do programa:  versão sumária (2775 KB)

                                                                 versão completa (7086 KB)

 

O GeoInvent é um programa de computador concebido para facilitar a análise de informação com componente espacial, distinguindo-se pela simplicidade com que articula ferramentas de processamento digital de informação geográfica e bases de dados, com que permite elaborar consultas e selecções espaciais, com que executa expressões algébricas e condicionais, com que calcula estatísticas sobre valores associados a entidades gráficas escolhidas, e com que interliga estas com documentos como desenhos, fotografias, vídeos, sons, textos, folhas de cálculo, gráficos, etc.

É um instrumento pensado para simplificar a criação de sistemas de apoio à decisão sobre fenómenos naturais ou actividades humanas, geograficamente distribuídos.

Com este programa, em português, é possível organizar e interligar a informação necessária à progressão da actividade diária, documentar reuniões de trabalho e realizar apresentações de difusão de resultados alcançados.

O GeoInvent é diferente, pela acessibilidade aos seus operadores e pela comodidade na obtenção de resultados.

 

Figura 1.    Sobreiros a 25m do caminho.

 

A quem se destina o GeoInvent :

Para os decisores, investigadores e técnicos nos mais diversos domínios de actividade, os sistemas de informação geográfica não constituem, em si mesmos, o seu objecto de estudo, mas apenas a ferramenta que lhes permite lidar com a componente espacial de algumas das variáveis que analisam.

Aqueles especialistas não podem deter-se em questões como o número de pontos de controlo usados na georreferenciação de uma imagem ou a densidade de pontos que deve ser usada na digitalização dos limites dos Distritos a determinada escala, porque não são esses os seus problemas. Frequentemente, necessitam, isso sim, de um instrumento que lhes permita, no seu computador de secretária, localizar ocorrências, dados e documentos a elas associados, executar muito facilmente cálculos e operações espaciais, como intersecções ou vizinhanças, e obter, instantaneamente, estatísticas sobre os resultados. Em muitos casos, algo que lhes possibilite a rápida caracterização e comparação de cenários alternativos, num processo de procura da melhor solução ou da decisão mais acertada.

O mesmo se pode dizer quanto aos sistemas de processamento digital de imagem, os sistemas de gestão de bases de dados, as folhas de cálculo, os programas de análise estatística, os programas para criar apresentações de trabalhos, todos eles com funções representadas no GeoInvent, mas aqui com a preocupação de aligeirar o conhecimento da ferramenta, secundária relativamente ao tema do trabalho de cada especialista.

Assim, o GeoInvent foi pensado para decisores, investigadores e técnicos envolvidos na análise de informação com componente espacial e libertos da preparação da informação geográfica, que nele podem usar e operar.

 

Figura 2.    Fotografias dos sobreiros a 25m do caminho, ordenadas ascendentemente em função das

                                                              respectivas datas.

 

Com o GeoInvent pode:

  • Criar múltiplos mapas com informação vectorial ou com imagens.

  • Organizar mosaicos de imagens georreferenciadas numa única camada (como imagens de satélite e ortofotomapas), com meios de controlo da visibilidade de cada uma e de gestão automática da memória nas operações de ampliação, redução e deslocamento.

  • Imprimir mapas, à escala pretendida, numa impressora ou traçador de gráficos reconhecida pelo sistema operativo do computador hospedeiro e nos formatos de folha por ele utilizados, com composição de página dos elementos mapa, legenda, escala, norte e título, assim como de fotografias e desenhos associados às entidades graficamente representadas.

  • Exportar mapas e respectivas legendas em formato de imagem, com vista à sua inserção em documentos de processadores de texto, de folhas de cálculo, à sua partilha pela Internet, e a muitas outras utilizações.

  • Transpor uma camada de informação vectorial do Ponto Central para o Ponto Fictício (e vice versa), ou qualquer outra translação do sistema de coordenadas da projecção cartográfica.

  • Desenhar elementos no mapa, com eventual adjacência automática a outras entidades gráficas (snap), do mesmo tema (layer ) ou de outra camada escolhida pelo utilizador. Aquela adjacência, pode ser apenas aos vértices existentes na figura mais perto do cursor do rato, ou ainda a qualquer ponto interpolado no seu segmento mais próximo.

  • Obter medidas das entidades gráficas, ordenando ao programa a criação e o preenchimento automático de colunas ‘Área’ e ‘Perímetro’, no caso de polígonos, e ‘Comprimento’, no caso de linhas, nas tabelas que lhes estão associadas. Concomitantemente com o desenho ou com a alteração de elementos no mapa, ocorre a actualização, também automática, daqueles valores. Esta operação é efectuada com conversão de unidades, ainda automática, entre as do mapa e as que tiverem sido atribuídas às colunas mencionadas.

  • Criar polígonos dentro de polígonos, ou entre polígonos adjacentes, que se autorrecortam daqueles em que ficam completamente contidos ou que os circundam. Consequentemente, também é fácil abrir áreas vazias em polígonos ou entre polígonos existentes. É ainda muito simples mover vértices de polígonos contíguos, procedendo o programa aos recortes necessários para evitar a sua sobreposição.

  • Desenhar ou alterar polígonos confinados a outros existentes em camada escolhida pelo utilizador, procedendo o programa ao recorte automático das áreas dos primeiros que ultrapassem os limites dos segundos (por exemplo, subparcelas agrícolas têm que estar sempre contidas nas respectivas parcelas).

  • Desenhar ou alterar linhas confinadas ao contorno de polígonos ou a outras linhas, existentes em camada escolhida pelo utilizador, procedendo o programa à sua sobreposição automática (por exemplo, a vedação de uma parcela agrícola tem que estar sempre sobreposta ao seu limite).

  • Inserir, mover e eliminar vértices. Os vértices introduzidos resultam da interpolação automática do ponto mais perto do cursor do rato no segmento mais próximo, pertencente à entidade gráfica seleccionada para alteração.

  • Agrupar e desagrupar elementos desenhados no mapa num só elemento do mesmo tipo.

  • Subdividir polígonos segundo um contorno.

  • Partir linhas por um vértice.

  • Medir distâncias em linha recta ou ao longo de percursos sinuosos (caminhos, por exemplo).

 

Figura 3.    Sobreiros a 25m do caminho e plantados antes de 31 de Dezembro de 1982.

 

  • Memorizar um panorama de abertura para cada mapa.

  •  Escolher entre 5 instrumentos de selecção no mapa: polígono, rectângulo, linha, ponto ou qualquer conjunto de entidades gráficas previamente seleccionadas (poligonais, lineares ou pontuais).

  • Seleccionar no mapa entidades gráficas segundo 16 critérios de pesquisa espacial, incluindo vizinhanças, relativas a elementos isolados ou a conjuntos, que no caso de polígonos, podem ser exteriores ou interiores.

  • Associar, a cada entidade gráfica, valores ou conjuntos de valores (como séries temporais) de múltiplos atributos destinados à sua caracterização (numéricos, alfanuméricos ou data/hora), assim como as unidades e precisão (casas decimais) com que foram obtidos.

  • Importar dados existentes em folhas de cálculo do Excel.

  • Exportar o conteúdo das tabelas criadas para ficheiros ASCII com formato importável por qualquer sistema de gestão de base de dados, pelo Excel, pelo Word, entre outros.

  • Exportar entidades gráficas seleccionadas no mapa, incluindo a informação que lhes está associada na base de dados.

  • Gerar tabelas na base de dados com interligação relacional automática.

 

Figura 4.    Série temporal de valores do diâmetro à altura do peito do sobreiro seleccionado.

 

  • Criar listas de valores frequentes na base de dados, também com interligação relacional automática, para uma fácil e rigorosa introdução de dados nas tabelas.

  • Elaborar modelos adaptáveis a cada situação, com resultados imediatamente representáveis nos mapas, aplicando operadores e funções matemáticas e lógicas aos valores dos atributos associados às entidades gráficas (à semelhança das folhas de cálculo), existindo: (, ), =, >, <, >=, = <, <>, Se, +, -, * (produto), / (divisão), \ (divisão inteira), resto, valor absoluto, potenciação, radiciação, exponenciação, logaritmo neperiano, seno, co-seno, tangente, arco de tangente e a constante pi.

  • Seleccionar conjuntos de entidades gráficas em função de valores dos atributos definidos nas tabelas que lhes estão associadas, através de um intuitivo construtor de consultas à base de dados. Funcionalidade idêntica permite efectuar pesquisas nos restantes tipos de tabelas, incluindo as que alojam séries temporais.

  • Destacar no mapa as entidades gráficas correspondentes a valores seleccionados.

  • Obter os valores correspondentes a conjuntos de entidades gráficas seleccionadas no mapa.

  • Consultar o histograma dos valores seleccionados.

  • Visualizar, em simultâneo, séries temporais de valores de elementos distintos, assim como os respectivos gráficos da variação ao longo do tempo, os quais são susceptíveis de serem impressos com composição de página.

  • Gerar estatísticas dos valores seleccionados, como: média, mediana, moda, quartis, amplitude, amplitude inter-quartil, variância, desvio-padrão, coeficiente de variação e intervalos de confiança para a média, entre outras.

  • Representar entidades gráficas com simbologia estabelecida em função de valores dos atributos definidos, por classes de valores discretos ou por intervalos no caso de variáveis contínuas, e em função da escala de visualização do mapa.

  • Rotular entidades gráficas em função de valores dos atributos definidos, de modo convencional ou evitando sobreposições e excessiva densidade de textos, e em função da escala de visualização do mapa.

  •  Associar fotografias, desenhos, vídeos, livros, partes de publicações, revistas, artigos, ofícios e informações, criações publicitárias (como folhetos e posters), mapas antigos (ainda em papel), ou outros documentos (na forma textos, folhas de cálculo e gráficos, etc.) a cada entidade desenhada nos mapas, sem alterar o seu local de armazenamento (num disco ou numa rede).

  • Associar valores de múltiplos atributos a cada fotografia ou outro documento, caracterizando-os, através de interfaces existentes e de uma base de dados já estruturada para o efeito (e alterável pelo utilizador).

  • Seleccionar conjuntos de fotografias ou outros documentos em função de valores dos atributos definidos, através do construtor de consultas à base de dados já mencionado.

  • Destacar no mapa as entidades gráficas correspondentes às fotografias ou outros documentos seleccionados.

  • Obter os valores das fotografias ou outros documentos correspondentes a conjuntos de entidades gráficas seleccionadas no mapa.

  • Ver e editar fotografias ou outros documentos correspondentes a conjuntos de entidades gráficas seleccionadas no mapa.

  • Ordenar conjuntos de fotografias ou outros documentos em função de valores de qualquer dos atributos definidos.

  • Executar sessões de diapositivos com conjuntos seleccionados de fotografias, desenhos ou outros documentos na forma de imagens.

  • Imprimir fotografias, desenhos ou outros documentos na forma de imagens, com composição de página.

  • Importar uma lista de pontos num ficheiro de texto, com um ponto por linha com as coordenadas X, Y e Z, e um atributo.

  • Importar camadas com informação geográfica vectorial, incluindo atributos, existentes em ficheiros shape, coberturas ESRI (*.adf, *.tat, *.pat, *.rat), ficheiros CAD (*.dwg, *.dxf, *.dgn), Ficheiros VPF (*.pft, *.lat, *.aft, *.tft).

  • Ler imagens em mais de 20 formatos.

  • Usar ficheiros externos para georreferenciação de ficheiros CAD e imagens;

  • Gerir as senhas de acesso às funcionalidades e à informação introduzida nas tabelas do programa.

  • Programar cópias de segurança automáticas da informação geográfica usada nos mapas e da informação introduzida nas tabelas do programa.

 

Figura 5.    Subparcelas de seara para 2005/2006 classificadas em função das respectivas áreas.

 

Que recursos mínimos são aconselhados para o funcionamento do GeoInvent :

  • Computador com um processador Pentium ou equivalente;

  • Memória RAM de 64 ou 128 MB, consoante o sistema operativo;

  • Monitor com resolução de 1024x768 pixeis;

  • 30 MB disponíveis em disco rígido para a instalação;

  • Leitor de CD-ROM ou ligação à Internet, para instalação;

  • Sistema Operativo Windows 98 ou posterior.

 

 

A Quo está disponível para executar desenvolvimentos adaptados a necessidades específicas dos seus clientes, tendo ou não o GeoInvent como base.

 


 Quo / 2007

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